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Fomos testar o novo serviço DriveNow

Fomos experimentar o serviço de partilha de automóveis DriveNow, que já está disponível em Lisboa.

16:56 - 13 set 2017
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O DriveNow é um serviço de partilha de automóveis que já está disponível em diversas cidades europeias e que chegou agora a Lisboa. Resulta de uma parceria entre a BMW e a Sixt SE e que contou com uma ajuda da Brisa para a implementação do serviço. Está disponível desde as 16 horas do dia 12 de setembro e já conta com mais de sete mil registos na aplicação. Fomos descobrir como tudo funciona...

Tudo começa com a aplicação. Depois do registo, que pode ser feito de uma forma independente ou usando os dados da sua conta da ViaVerde, tem acesso a um mapa que lhe mostra a localização dos 211 modelos BMW e Mini disponíveis para utilização. No nosso mapa, o que está mais próximo é um BMW Série 1 (um 118d de 143 cavalos) com o nome “Carolina”, estacionado a apenas 400 metros do local onde nos encontramos.

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Premimos o botão “reservar” e indicamos o trajeto que pretendemos fazer. Após este momento, a aplicação diz-nos qual o melhor caminho para chegarmos até junto do carro e quando estivermos a chegar, podemos usar a função “sinal de luzes”, para confirmar se se trata mesmo da “Carolina”, ainda que a aplicação nos forneça a matrícula e que a decoração do Série 1 não deixe grande margem para dúvidas.

Quando estamos ao lado do carro, podemos verificar ainda se há danos na carroçaria e confirmar se estão todos registados na aplicação e depois, resta premir o botão desbloquear para que, em segundos, o Série 1 se destranque e nos permita aceder ao interior.

No habitáculo, a presença um assento para criança (aqueles que apenas servem para elevar um pouco a base do assento) é um pormenor interessante e bem-vindo, mas o que requer a nossa atenção é a solicitação do nosso código pessoal (que nos é fornecido na altura do registo) no monitor da consola central. Após este passo, o sistema fica desbloqueado e podemos ligar o motor e arrancar.

A viagem decorre normalmente, com a possibilidade de termos a rota desejada no sistema de navegação, perfeito para quem não sabe o caminho até ao destino. Na chegada, resta encontrar um lugar de estacionamento, sem que seja nas zonas vermelhas indicadas na aplicação e surgem-nos no visor central da consola as seguintes opções: Terminar contrato, Park & Keep ou Abastecer. Neste momento, a que nos interessa é a primeira, pelo que nos resta sair do carro e usar a função bloquear na aplicação do telefone. O Park & Keep é para quando queremos continuar a viagem naquele mesmo carro (imagine que vai apenas comprar pão), mas que custa 15 cêntimos por minuto e o abastecer é mesmo para quem não se importa de dar um salto à Galp para abastecer o carro, com um código fornecido pela DriveNow. Se deixar o depósito de combustível acima dos 90 por cento, a DriveNow agradece-lhe o trabalho com 20 minutos de utilização grátis na sua conta.

Depois da utilização e do carro trancado, a luz visível do exterior passa novamente para verde, indicando que o “Carolina” está disponível para o próximo utilizador. Surge-nos um extrato na aplicação, que nos indica os minutos consumidos nesta última viagem e o seu custo, que é adicionado a um histórico que vamos aumentando ao longo do tempo. Quem sabe se não vamos voltar a encontrar-nos com a “Carolina” um dia?

De salientar que, além do valor que paga através do site ou da aplicação, não existem mais custos de utilização para quem usa estes automóveis. O estacionamento é sempre gratuito, mesmo nas zonas com parquímetro e os abastecimentos são efetuados através do sistema da Via Verde, com um código específico para o efeito. Em termos práticos, o custo do serviço ronda os 30 cêntimos por minutos e há um custo de insrição de 10 euros que, por enquanto, é uma oferta da DriveNow e inclui 20 minutos de utilização. Segundo o comunicado da empresa, e a título de exemplo, uma viagem do Saldanha a Belém custará entre 5 e 7 euros, e uma viagem de Alvalade ao Martim Moniz custará entre 4 e 5 euros.

É uma experiência de utilização muito positiva para nos deslocarmos em cidade e para quando os transportes públicos não são a melhor opção, que vamos garantidamente querer repetir.

AM 

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