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Carros // Testes

Teste: Suzuki Swift 1.0 BoosterJet

7/10
€ 16.265
04 Abr 2018
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Levezinho japonês

Swift sempre foi uma espécie de pequeno desportivo low cost muito valorizado pela sua agilidade e forma precisa com que era possível colocá-lo na trajetória ideal – as versões Sport e GTi continuam a ser muito procuradas. Esta nova geração apresenta um design moderno que alia superfícies arredondadas com planas. As óticas sobredimensionadas dominam (pela positiva) a traseira, as portas de trás contam com o puxador elevado, e o conjunto é harmonioso graças à pintura de cor diferente do tejadilho que corta um pouco com o “excesso” de preto. Mais importante, o Swift é mais largo e a distância entre eixos aumentou: a dinâmica e o espaço no habitáculo agradecem. Os ocupantes têm agora mais espaço, e a bagageira oferece 265 litros de capacidade.

 

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A unidade de ensaio conta com o motor BoosterJet de três cilindros e 998 cc sob o capot. Esta motorização interessante, que ainda conta com a ajuda de um pequeno gerador (que também funciona como motor de arranque), produz 111 cv e 170 Nm, e acelera o Swift até aos 100 km/h em 10,6 s. A caixa de cinco velocidades tem uma quinta relação longa que não desilude nas viagens por autoestrada. E como a marca reduziu o peso do Swift, apesar das exigentes normas de segurança e da lista impressionante de equipamento, para uns incríveis 875 kg de peso, a agilidade que se reconhece aos antecessores continua em bom plano, o conforto é aceitável e os consumos baixaram: a nossa média de 4,7 l/100 km fica perto da oficial de 4,3 l/100 km.

O manancial de tecnologia que a versão GLX em particular possui, como a ignição sem chave, o ecrã tátil com ligação ao telemóvel, navegação e câmara traseira, o Cruise Control adaptativo ou o ecrã de 4,2” no painel de instrumentos, tem o condão de atualizar e tornar este modelo da Suzuki relevante. Já os materiais usados no habitáculo podiam ser melhores. Por fim, os 16.265 euros (com campanha) tornam o Swift BoosterJet uma proposta relevante até para quem precisa de levar a família e tem orçamento limitado. Não é um carro do segmento C, mas não deixa a família ficar mal!

Texto: Nuno Assunção
Fotos: Pedro M. Barreiros
Artigo completo publicado na TopGear nº 78 (Dezembro 2017)

Ficha técnica:
998 cc, 3 cilindros, turbo, tração dianteira, 111 cavalos, 170 Nm
4,3 l/100 km, 97 g/km CO2
0 - 100 km/h em 10,6 segundos, vel. máx.: 195 km/h
875 kg

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