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Carros // Testes

Teste: Peugeot 308 GTi

6/10
€ 42.520
22 Mai 2018
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Ajustes estéticos

A Peugeot atualizou a sua gama 308 e claro que a versão GTi não podia ficar de fora. Conta agora com uma grelha dianteira mais vertical e desportiva com tons negros e brilhantes e com um novo desenho dos para-choques, que também lhe dão um visual mais desportivo e em que o sistema de iluminação totalmente em LED não passa despercebido.

Ao volante, não existem grandes alterações visuais, apenas alguns ajustes em termos de equipamento, mas a arrumação dos componentes que deu origem ao i-cockpit continua presente. Se até poderá fazer sentido na pacata versão carrinha com motor diesel, num passeio de fim de semana com a família em que nem está a ligar muito ao carro, na versão GTi, sem mais ninguém a bordo e com uma estrada retorcida pela frente, ainda continuamos a não conseguir ter o volante precisamente na posição em que desejamos, e este ainda continua a ser mais pequeno e irregular do que aquilo que nos poderia deixar mais concentrados no que é efetivamente importante, a condução.

O motor de 1,6 litros desenvolvido pela Peugeot Sport é incrível. Consegue surpreender‑nos desde que o usámos pela primeira vez num RCZ-R, pelos troços de montanha do Rali de Monte Carlo. E as versões menos potentes deste bloco também nunca nos deixaram indiferentes. No 308 GTi conta agora com 270 cavalos de potência nas rodas dianteiras e consegue prestações dignas do nome que tem gravado: Peugeot Sport. As subidas de regime são bastante rápidas e exploram da melhor forma a potência do motor, dando muito que fazer ao diferencial Torsen, ao sistema de travagem melhorado com discos de 380 mm, à suspensão de afinação mais desportiva que deixa o chassis mais baixo cerca de um centímetro e ao condutor, que tenta aninhar-se da melhor forma nos bancos desportivos com um excelente apoio e fazer o que pode com uma posição de condução estranha. Em passagens rápidas de uma curva para outra, a intervenção rápida do diferencial exige mais acertos na direção que o desejado, o que requer bastante habituação, mas se há coisa que nunca poderemos dizer é que o 308 GTi não é rápido. Os traçados de curvas escolhidos são percorridos rapidamente, e a reação de algumas pessoas leva‑nos a pensar que já devíamos estar numa pista ou a conduzir a uma hora com menos trânsito, tal a rapidez com que o 308 GTi consegue sair de uma curva para a outra.

Para trazer ainda um pouco mais de emoção à condução, entre os assentos dianteiros está um botão Sport, que muda a iluminação do painel de instrumentos de branco para vermelho, altera a resposta do motor às solicitações do acelerador e insere no visor central da instrumentação informações como a potência e binário do motor em tempo real, a pressão do turbo e as forças G laterais e longitudinais. Infelizmente, também tenta melhorar a sonoridade do motor a bordo através do sistema áudio, mas esta ajuda soa tão artificial que acabámos por não usar o modo Sport.

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O novo Peugeot 308 GTi é um brinquedo incrível que mantém acesa a chama dos GTi franceses, com a vantagem de não estar reduzido aos dois lugares do RCZ e poder levar a família consigo como faria numa convencional versão mais familiar. A nova geração do Peugeot 308 tem um visual mais aprumado, através de apenas alguns detalhes, mas volta a dinamizar uma gama que é tão importante para a Peugeot.

A versão GTi do 308 tem um preço base de 42.520 euros, mas já inclui um nível de equipamento bastante completo e um visual onde não alterávamos nada. As jantes de 19 polegadas com duas cores e o tom vermelho Ultimate escolhido para a carroçaria são das melhores hipóteses da palete, mas ainda poderá optar pela opção de dois tons Coupe Franche que agora, além do vermelho, também está disponível em azul.

Texto: André Mendes
Fotos: Pedro M. Barreiros
Teste publicado na TopGear nº 81 (Fevereiro 2018)

Ficha técnica:
1.598 cc, 4 cil., tração dianteira, 270 cv, 330 Nm
6,0 l/100 km, 139 g/km CO2
0-100 km/h em 6,0 s, 250 km/h
1.205 kg

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